O FINAL DE UMA ERA - Paul Brunton
Toda uma era está sendo encerrada, daí a desintegração de valores e instituições. Estamos presenciando uma imensa liquidação, de proporções planetárias, de formas exteriores, falsas idéias, instituições hipócritas, atitudes egoístas e estagnações espirituais. O bom está sendo desintegrado ao lado do mau, o verdadeiro está sendo varrido com o lixo e o belo também está sendo destruído.
Nesta era de transição, quando as forças evolutivas pressionam a humanidade e atuam sobre ela, as características morais predominantes estão sendo, em toda parte, obrigadas a mostrar-se como realmente são, e sem disfarces. E em toda parte os homens estão colhendo, com dramática inevitabilidade, as consequências a que conduzem tais características.
No fim será tão impossível para eles esconder o que desejam quanto evitar o que merecem. Incumbe à lei de recompensa neste século ajustar as contas de todos os grupos e interesses que foram dominados pelo ego animalístico.
Este é, com efeito, o “dia” (isto é, o período) de juízo de que fala a Bíblia, o tempo em que os pratos da justiça estão em operação para todas as raças, classes, nações e religiões.
O fervilhante fermento de nosso tempo continua. É um período de constante tumulto e de mudança constante. Por quê? Porque a pressão evolutiva de forças ocultas em ação neste planeta está agora impaciente por desviar-nos de um passado obsoleto para um futuro criativamente novo.

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